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O Beira Rio

Portal de Notícias de Panorama/SP

Arquivo de janeiro, 2010

Prefeitura não é culpada

Postado por: Redação em janeiro - 25 - 2010ADD COMENTÁRIO
Uma pequena parte da população, talvez por falta de esclarecimento, continua tecendo críticas quanto a omissão da administração publica em relação aos inúmeros buracos que se formaram em ruas da cidade, durante o período de chuvas. Mesmo diante disso, este jornal mostrou através de matéria na sua edição passada, que o assunto é delicado, pois tudo gira em função das chuvas que ainda caem na região.
Tanto o prefeito Ting, quanto o vice, Nobuaki, mostraram-se preocupados com a situação, que quer queiram ou não, foge do controle da prefeitura. Segundo eles, muitos desses locais foram visitados e, alguns por mais vezes, tendo em vista que a situação acabou se evoluindo, a cada chuva que caia na cidade.
Para eles, Panorama nunca passou por problema desse tipo. Por muitas vezes, as chuvas caiam, destruíam obras e afins, mas como eram rápidas, logo após a estiagem os reparos eram fáceis de serem executados. No entanto, desta vez as chuvas foram constantes e pelo Brasil afora acabaram trazendo danos a toda população.
Durante a semana em uma dessas visitas aos danos causados em ruas e estradas, o prefeito assegurou que somente   providências serão tomadas, quando as chuvas pararem por completo e for registrado um longo período de estiagem. Para aquelas em que a prefeitura terá que recorrer ao governo estadual, poderá haver implicações, pois é grande o número de cidades que foram atingidas e, se encontram em situações piores que de Panorama. Já se espera que o próprio governo do estado deverá adotar uma política de preferência, dando prioridades aos municípios com maiores problemas”.
O vice-prefeito assegurou que esta situação está presente em todos os municípios brasileiros e, mesmo assim, Panorama está sob controle. Ele admite que o momento é de união entre todos para que possam tomar algumas providencias para o assunto. Existe realmente uma grande preocupação por parte da administração municipal, mas muitos moradores da cidade, já prestaram solidariedade e confiança no trabalho que será executado pela prefeitura para que esse problema sejam solucionado o mais rápido possíi “Devemos evitar que os danos sejam ainda maiores”, assegurou Nokuaki Okagi, e esperam que a população entenda e renove seus votos de confiança para o trabalho da administração.

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Gente da gente: riquezas dos nossos 55 anos

Postado por: Redação em janeiro - 25 - 2010ADD COMENTÁRIO
Marcelo Cláudio Santana.

Marcelo Cláudio Santana.

Marcelo Cláudio Santana, de 36 anos, é auxiliar de escritório em Panorama. Natural de São Paulo capital, “Marcelo Macarrão” como é conhecido, é filho de dona Maria Santana. Marcelo veio para Panorama em meados de 1978, na época tinha cerca de 4 a 5 anos de idade. Seus avós maternos, dona Adélia e seu Manoel Bernardo Santana (in memória) moravam por aqui, na Ilha da Capivara. Moleque de cidade grande, quando viu o imenso rio Paraná de águas correntes à sua frente, ficou doidinho. Relembra: “Minha mãe que me ensinou a dar as primeiras braçadas. A hora que eu vi aquele riozão, eu quase endoidei”. Mais velho entre seis irmãos, Marcelo teve de se virar logo cedo. Dividia seu tempo dos estudos com as tarefas de vendedor de coxinha, vendedor de sorvete/gelinho, engraxate. Foi bóia-fria indo a colheitas de feijão, algodão, amendoim. Trabalhou em diversas funções nas cerâmicas, setor de limpeza, lanceador, forneiro. Recorda com alegria, da época em que ia para Dracena todos os dias. Lá vendia doces e pães, o que lhe permitia ajudar sua família. Até na feira ele já trabalhou, ganhava cerca de R$10,00 e no final do serviço podia separar um pouco de cada coisa, verdura, legumes para levar para os irmãos. Sua mãe, ‘pau para toda obra’, se dedicava a serviços na bóia-fria e como doméstica. Com muito sacrifício cuidava de seus filhos. Graças a Deus, o jovem Marcelo Macarrão não tinha preguiça e não deixava a peteca cair. Marcelo trabalhou no Panorama Náutico Clube por 3 anos. Ali começou fez história. Humilde limpador de piscinas e encarregado de serviços gerais, passou a dedicar-se também ao serviço de garçom – atividade pela qual ele é bastante conhecido até hoje. Seu grande conhecimento tendo tido grande relacionamento com o público nessa época, favorecia “bicos de todas as formas”, segurança, vendedor de ingressos de bailes, garçom, animador de festa, papai Noel e uma infinidade de outras funções. Garoto que sempre gostou de esporte, teve naquele emprego, a oportunidade que esperava. O professor Paulo Paranaguá, grande campeão da travessia do rio Paraná a nado, que dava aulas no Náutico Clube convidou-o a participar de sua equipe de natação. Marcelo Macarrão deu um grande sorriso e agarrou a oportunidade com unhas e dentes. “Já tinha aprendido com a minha mãe há nadar um pouco. Ela me mandava bater as pernas e eu, travesso, também me aventurava no rio brincando nos troncos de bananeira e assim fui melhorando cada dia mais. O professor Paulo Paranaguá me ajudou a aperfeiçoar os movimentos”, conta. Marcelo gostava de nadar, jogar futebol, participava de Triátlon, corridas. Na escola fazia de tudo. Tinha um teatro, ele era chamado. Tinha uma dublagem, ali estava ele. Dublagens inclusive, que marcaram época, como uma dublagem, por exemplo, da música Baby me leva, do Latino, feita por ele no antigo Centro Comunitário do Bairro Marrecas. O local estava lotado e em meio às nuvens de fumaça surgiu Marcelo Macarrão, de sunga e imitando o cantor e fazendo igualzinho como ele fazia no palco. A mulherada soltou gritos e gritos. No esporte, relembra: Uma vez, durante uma corrida realizada à noite, na Praça do Povo, na época do Professor Jair na CME, eu estava em primeiro lugar da corrida. Liderei a prova inteira e no final fui ultrapassado pelo “Brindado” que corria pra caramba. No ciclismo, enquanto o pessoal corria com uma Caloi 10, eu corria com uma Monark, verde. Era uma aventura e tanto. “E, saudade daquele La Prata”, afirma relembrando da antiga prainha. De 1984 pra cá, Marcelo Macarrão participou de todas as travessias do rio Paraná a nado, sempre se destacando como um dos primeiros colocados. Recorda-se: na primeira vez que participei da travessia, fiquei em quarto lugar de Panorama. Na segunda vez, já fiquei em segundo. Em primeiro ficou Betanim e em terceiro Minhoca, os dois irmãos. Nesse meio tempo teve também uma prova de Panorama a Paulicéia no rio, esta conquistei o primeiro lugar, com os irmãos Minhoca em segundo e Quinha, em terceiro. Apesar das inúmeras dificuldades e falta de apoio para a formação e manutenção de uma equipe de natação no município, Marcelo nunca desistiu e até hoje continua sendo presença constante nos eventos esportivos. Na última travessia do rio Paraná a nado obteve o quarto lugar na classificação geral, o segundo na categoria Adulto e o primeiro lugar de Panorama. Seus trabalhos e a absoluta dedicação ao esporte lhe renderam a indicação para a candidatura a vereador em 2000, não conseguindo ser eleito. Apesar disso, Marcelo continua ativo na política, é membro do PRB de Panorama, partido pequeno que já na primeira eleição fez um vereador. Representado na Câmara Municipal, Marcelo Macarrão continua tendo uma voz ativa na comunidade. Marcelo sempre morou e mora até hoje no Bairro Marrecas. É amasiado e pai de sete filhos, Tiago, Taís, Tainá, Talia, Tierry, Tailon e Taliça. Seus irmãos, Marquinhos, Cristina, Raquel, Adélia e Daiane o admiram bastante. Seus amigos o adoram pela amizade, companheirismo. Seus familiares o amam pela sua força e dedicação. Marcelo Macarrão é um exemplo de ser humano, de amigo, de pai batalhador, de esportista persistente. É um exemplo de cidadão que brinca que chora e que se levanta e vai à luta e não tem medo de enfrentar as maiores dificuldades. É daqueles que leva o nome de Panorama nas veias. Nadando, correndo, pedalando, trabalhando…a cidade do mais belo pôr-do-sol brilha com um de seus filhos mais ilustres. Obrigado Marcelo Macarrão!

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O português Pompeu Antônio Veiga, de 84 anos.

O português Pompeu Antônio Veiga, de 84 anos.

Na última semana, um crime cometido por dois adolescentes de 17 anos, chocou a comunidade de Panorama. A vítima foi um homem de 84 anos, que residia no bairro Centro. Registros da Polícia Civil constataram a ocorrência de Latrocínio (Roubo seguido de morte).

O crime foi esclarecido graças à inexperiência dos autores e a competência da equipe do setor de investigações da Polícia Civil, comandada pelo delegado Alexandre Luis Luengo Lopes.
Segundo o delegado, os trabalhos começaram no domingo (17), quando por volta das 11h, o corpo de Pompeu Antônio Veiga, de 84 anos, foi encontrado em sua residência com aparentes sinais de violência e esfaqueamento. Acionada a polícia técnica, depois de realizado exame necroscópico, o legista atestou como causa da morte, homicídio praticado a golpes de faca.
No corpo da vítima havia perfurações no rosto, no pescoço, na cabeça, no braço e a casa estava toda revirada. Desconhecendo ainda a autoria, os investigadores passaram a entrar em contato com comerciantes informando o nome da vítima.
Já na segunda-feira (18), pela manhã, as investigações culminaram no interrogatório aos dois adolescentes que teriam adquirido produtos alimentares com o cheque da vítima num estabelecimento comercial do município. Diante das evidências, “D” e “C”, ambos de 17 anos, confessaram a prática do crime.
De acordo com o delegado, os dois menores informaram à polícia que tramaram o furto durante a tarde de sábado (16), no Balneário Municipal.
Um deles, vizinho da vítima, repassou todas as informações ao colega. Mais tarde foram até as proximidades da residência do idoso e observaram a movimentação da casa.
À noite, por volta das 22 horas, adentraram ao local permanecendo numa área e quando tentaram entrar na residência pela porta dos fundos não conseguiram, pois estava trancada. Aguardando um tempo, conseguiram adentrar a casa. “D” foi logo imobilizando a vítima com uma gravata. Com a vítima desfalecida a jogaram no chão e ao perceber que a mesma reagiria, “C” teria ido até a cozinha da casa onde buscou duas facas. Com a vítima deitada efetuaram vários golpes, atingindo o pescoço, o rosto, a cabeça e os braços. O corpo apresentava sinais de que o homem teria tentado se defender dos golpes, segundo o delegado.
Da casa teriam subtraído um talão de cheques, um relógio, um celular e R$ 10,00 em dinheiro.
Os menores negaram que o dinheiro seria utilizado na compra de entorpecentes.
De acordo com o delegado, a maior pista foi à apreensão de um cheque com o nome da vítima, com o qual um dos adolescentes, que aparece em filmagens do estabelecimento comercial, teria adquirido produtos alimentícios.  Esses produtos teriam sido consumidos durante o domingo, quando na casa de um dos adolescentes, eles fizeram um churrasco com carnes e bebidas. Reconhecendo o nome da vítima, acionou a polícia.
Segundo consta, os adolescentes afirmaram que as facas já eram de propriedade da vítima. Os familiares de seu Pompeu tinham conhecimento de que o idoso tinha porte de arma e era dono de um revólver, não sabendo onde estaria escondido ou se havia sido furtado. “D” e “C” negaram ter subtraído a arma.
Conforme o delegado Alexandre Luis Luengo Lopes, os menores foram identificados pelas suas características. “D” já é bastante conhecido nos meios policiais e já esteve internado na fundação Casa.
Depois de ouvidos na Delegacia Local, na segunda-feira (18), por volta das 10h, onde confessou o crime, os adolescentes foram apresentados ao Ministério Público, que poderia solicitar a internação, sendo encaminhados para a Unidade de Atendimento a Infratores, da Fundação Casa.
“D” e “C” cometeram o crime de latrocínio, sendo inquiridos como Ato Infracional. Apesar de ser menores, com 17 anos de idade, podem ser tidos como exceção do ECA e a pena pode extrapolar até os 21 anos, conforme o delegado. O procedimento de praxe nesses casos é o encaminhamento para a Vara da Infância e da Juventude, junto ao Ministério Público, que deverá instaurar uma sindicância para apurar a autoria e materialidade do crime.
MAIS INFORMAÇÕES – Aposentado, o português Pompeu Antônio Veiga, de 84 anos, morava sozinho. Há 17 anos no município, o idoso que veio de Portugal, constituiu família no bairro Pinheiros, em São Paulo, onde se casou e teve quatro filhos. Um pouco mais tarde, com sua separação, contrariando a vontade dos familiares, que achavam que esta cidade era muito longe, veio para Panorama. Segundo os familiares, o homem considerava a cidade mais sossegada e veio embora para fugir da poluição e da violência das grandes cidades. Mal sabia ele o que o destino lhe reservava.

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Dupla sertaneja encanta na noite panoramense

Postado por: Redação em janeiro - 25 - 2010ADD COMENTÁRIO
Show sertanejo reúne centenas de pessoas no Naútico Clube.

Show sertanejo reúne centenas de pessoas no Naútico Clube.

Em show realizado no último dia 16, a dupla sulmatogrossense Jads e Jadson, de Campo/MS, quase enlouqueceu o público de Panorama com suas canções.

Revezando-se entre músicas românticas e músicas badaladíssimas de sua própria autoria, sucessos conhecidos pelo Brasil todo,  os cantores suaram a camisa levando emoção e descontração a todos.
Durante o show nenhum incidente foi registrado. A segurança não precisou intervir em nenhum momento. E após a apresentação os fãs puderam visitar o camarim da dupla que tirou fotos e distribuiu autógrafos.
Entrevistados, os sertanejos Jads e Jadson, que são irmãos, disseram ser um grande prazer estar se apresentando em Panorama. “A cidade é muito quente”, acrescentaram. Por fim, afirmaram que estão fazendo cerca de 15 shows por mês e esperam voltar à Panorama em outra oportunidade.
Segundo os organizadores cerca de 1100 pessoas prestigiaram o evento no Náutico Clube.
Veja as fotos do evento em nossa galeria no Flickr, clique aqui

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Ocorrência de Estelionato em Agência Bancária

Postado por: Redação em janeiro - 25 - 2010ADD COMENTÁRIO
"Chupa cabras" é descoberto em caixa eletrônico de banco.

"Chupa cabras" é descoberto em caixa eletrônico de banco.

Domingo de manhã a polícia foi acionada a comparecer na Agência do Banco Santander de Panorama, na Rua Quintino Maudonett, nº835, onde provavelmente na noite anterior, em um dos caixas de auto-atendimento foi instalado um leitor clandestino de dados conhecido por “Chupa-cabra”.

Por lá se verificou que realmente, um expert havia deslocado a tela (monitor) do próprio banco para trás, e em seu lugar, colocado uma tela idêntica com a do banco, acoplado a um leitor clandestino que, ligado a um Notebook, armazenava senhas de clientes, inclusive com um pendrive.
Depois de periciado o local todo o material usado no ilícito foi apreendido.
Policiais civis, militares e a Polícia Técnica estiveram no local, bem como alguns funcionários da Agência, clientes e a imprensa.

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