Liberada a pesca após piracema e pescadores já invadiram águas do Rio Paraná

03031203

Com a liberação da pesca, proibida por determinação oficial todos os anos, a fim de que seja preservado o período de reprodução dos peixes, os pescadores já começaram a invadir as águas do Rio Paraná, na tentativa e conseguir alguns exemplares. A legislação está mais rigorosa, pois as autoridades estão realmente preocupadas com a exterminação de determinadas espécies e, segundo consta, a fiscalização será mais intensa. Segundo alegam os órgãos de defesa do meio ambiente, muitos pescadores ainda não estão vivendo uma cultura de preservação do peixe e, muitos pescam por prazer ou para satisfação pessoal, esquecendo de que o Rio Paraná está deixando as condições de um santuário piscoso, pois a cada ano, reclamam-se de que o peixe está cada vez mais escasso. Para ele, a pesca indiscriminada deve acabar somente quando houve uma conscientização por parte dos pescadores, tanto profissionais como amadores. Em ambos os casos, as situações são agravadas pela ânsia de uma satisfação pessoal ou comercial, ignorando que o Rio Paraná tem suas limitações e que muitas comunidades vivem em detrimento da vida aquática. A implantação de um projeto de pesque e solte a exemplo dos já existentes em várias regiões do país, poderá ser a salvação para que o Rio Paraná volte a ser um centro da prática da pesca esportiva. Existe a  fixação de um número limite de exemplares que podem ser capturados, enquanto os demais são devolvidos para o rio, a fim de que auxilie na sua  povoação no menor tempo possível. Técnicos admitem que com o aumento de pescadores, a ganância de muitos outros, bem como a prática da pesca predatória, o Rio Paraná poderá ficar despovoado de várias espécies a curto prazo, devendo se aplicar uma suspensão da pesca por alguns anos para a sua completa repovoação, sob pena de trazer prejuízos às cidades ribeirinhas.


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