Afetado pela crise, para o turismo de Panorama o mês de julho foi o pior de todos os tempos

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O mês de julho que sempre é esperado como um tempo em que muitos turistas chegam a Panorama, para o recesso escolar, este ano, não deu muitas alegrias ao setor hoteleiro. É que, atingido também pela crise econômica que assola o país, e que conforme define a mídia como incapacidade de governar da administração federal, o setor também sentiu na pele o grande problema.
No ano passado, segundo um empresário do ramo, o mês de julho já foi ruim, em virtude da copa do mundo. Mas analisa ele, que este ano, foi cerca de 40% ainda pior.
Mas o problema dos hotéis e restaurantes, não foram sentidos apenas em Panorama, como também em toda a região. Na esperança de que a alta do dólar pudesse demover os turistas para uma opção entre sair do país, ou mesmo procurar outras regiões escolherem lugares mais atraentes e de baixo custo, também, não chegou como esperanças.
O que se sabe, é que a situação foi delicada, sendo que um dos restaurantes da cidade, que recebia dezenas e dezenas de pessoas para o almoço de domingo, chegou a registrar num desses dias de julho, apenas três pessoas. Segundo o proprietário do restaurante, o investimento deve ser feito com aquisição de produtos alimentícios que, com a alta da infração estão cada vez mais caros.
As expectativas ficaram por conta das pescarias, quando muitos aqui chegam para esse lazer. Mas infelizmente os peixes não estavam fáceis de serem fisgados, frustando assim, os anseios dos turistas pescadores.
Esse mesmo proprietário de hotel e restaurante, acredita que a partir de setembro as coisas podem melhorar, mas até lá viverão na incerteza e dentro de um negócio de risco, o que antes nunca apresentou um quadro tão delicado como esse.
Um dono de restaurante da região alegou que o investimento deve ser feito e não previsão de quanto de comida deve ser preparada para esperar esses consumidores que chegam sem previsão. O que sobra, segundo a lei, deve ser jogado fora e nunca dado a pessoas carentes. É uma legislação absurda, pois nas pequenas cidades todos conhecem todos e sabem muito bem a origem e qualidade da comida que sobrou e que seria doada.


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