Incoesp participou de reunião em São Paulo lutando pelos interesses da categoria que representa

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Preocupados cm a manutenção e zelo pelas reservas de argilas da região oeste do estado, justificando serem espaços em que se encontram grande quantidade da matéria prima essencial para a manutenção das diversas cerâmicas existentes na região, a Cooperativa Indústrias Cerâmicas Oeste Paulista Incoesp, Panorama, esteve reunida na terça-feira com grupos de estudos da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.
A reunião foi de grande importância, pois estiveram presentes e discutindo as propostas, Lia Helena Demange e Rogério Pecoraro, ambos Assessores do Gabinete da Secretária, e também, Arunto Savastano Neto, Diretor – Cetesb. DE Panorama, Milton Salzeda pela Incoesp, o vereador André e ainda, assessores do gabinete do Deputado Mauro Bragato.
Diversos assuntos foram tratados, entre eles a relacionada a última exigência da CETESB sobre laudo de arqueologia na mineração, que antes somente era exigida em através do Relatório Ambiental Preliminar – RAP que é um estudo técnico elaborado por equipe multidisciplinar que oferece elementos para a análise da viabilidade ambiental de empreendimentos ou atividades consideradas potencial ou efetivamente causadores de degradação do meio ambiente. O objetivo de sua apresentação é a obtenção da Licença Ambiental Prévia, ou por Estudo de Impacto Ambiental ou Estudo de Impacto Ambiental (EIA) que é um relatório técnico onde se avaliam as consequências para o ambiente decorrentes de um determinado projeto. Nele encontram-se identificados e avaliados de forma imparcial e meramente técnica os impactos que um determinado projeto poderá causar no ambiente, assim como apresentar medidas mitigadoras. Por estas razões, é um importante instrumento de avaliação de impacto ambiental (AIA).
Discutiu-se também a participação da Incoesp em alguma comissão que vier a se formar sobre as Áreas de proteção especial dos parques. Isso, sobre os parques Aguapeí, Peixe e Morro do Diabo. Isso é proposto para que juntos, tanto o setor de mineração com aquela secretária protejam nessas ampliações, área de argila, para que mantenha a sobrevivência do pólo cerâmico do oeste paulista.
Isso é feito para não correr o risco que aconteceu nas criações de outros parques e o setor não foi chamado. Com a ausência da Incoesp nesses trabalhos onde foram perdidas áreas de grande quantidade de argila que ficou restrita dentro dos parques.
Com esse procedimento sem que o setor participasse, uma enorme quantidade de matéria prima ficou sem aproveitamento, já que após a definição oficial do parque, impossibilita a sua retira para o aproveitamento econômico.


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