Incoesp e Sebrae realizaram curso em Panorama abordando “Secagem e queima de produtos de cerâmicas”

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Na semana. aconteceu em Panorama, um curso abordando secagem e queima de produtos de cerâmicas. O evento foi promovido pelo Sebrar e Incoesp, dentro do projeto Fornada de Conhecimento.
As aulas abordaram temos voltados a secadores naturais e artificiais, regulagem de secadores, sistema de forno, sistema de queima, curva de de bigot( que representa a variação da retração em função do conteúdo de água de umidade das peças).
Segundo um diretor da Incoesp, “A importância deste Curso é essencial para as Indústrias Cerâmicas sempre estarem atualizadas na questão do uso racional de Biomassa como combustível de Queima, colaborando com a redução de custos operacionais e também com a redução de emissão de resíduos poluentes na atmosfera.”
Secagem significa a transferência de líquido de um solido úmido para uma fase gasosa insaturada, ou ainda, o processo adotado para eliminar o líquido do produto, por evaporação com a ajuda do calor. De maneira mais ampla, podem considerar-se como métodos de secagem aqueles em que a água, sem mudar de estado, é eliminada por meios mecânicos: pressão, filtração ou centrifugação. Sem restrição, costumava-se reservar a noção de secagem aos procedimentos técnicos indicados em primeiro lugar, os outros métodos se designam pelo nome de “desidratação mecânica”, pois a maioria dos casos consiste na eliminação de água.
A queima é a etapa mais importante de todo processo produtivo. É durante essa etapa que se manifestam várias propriedades das argilas através das transformações físicas, químicas e mecânicas causadas pela ação do fogo. No processo da queima estão presentes quatro fases: a)esquente ou preaquecimento, caracterizado
por um aquecimento gradual para retirada de água residual, sem provocar defeitos na peça cerâmica causados por contrações diferenciais durante a expulsão da umidade remanescente, chegando até 650°C; b) fogo forte ou caldeamento, que se inicia por volta de 650º e pode ser elevada em maior ritmo até 950ºC ou 1000ºC. É nessa fase que se verificam as reações químicas que proporcionam ao corpo cerâmico as características de dureza, estabilidade, resistência aos vários agentes físicos e químicos, como também a coloração pretendida; c) patamar, a temperatura máxima de queima é mantida por um determinado período de tempo, dessa forma, a câmara aproxima ao máximo o gradiente de temperatura por todo o forno; d) resfriamento, realizado de forma gradual e cuidadosa para evitar ocorrência de trincas, através da chaminé ou do aproveitamento de calor para os secadores.
Com esse trabalho, a Incoesp, representando os ceramistas da região, demonstra publicamente que, mesmo diante da situação economica do país que atingiu também o setor, a entidade unida, está sempre acompanhando as evoluções e buscando sempre vencer as dificuldades. (Fontes: Cota)


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